Monthly Archives: julho 2005

Palavras Negativas

Já mais de algumas vezes me perguntaram: É melhor dizer “agradecido” do que “obrigado”?

Antes de comentar, aproveito para ressaltar que a Neurolinguística não é uma onda políticamente correta nas palavras. É verdade que consideramos que certos modos de falar expressam atitudes internas e as reforçam, de modo que nos auxiliam ou prejudicam em nossas atividades diárias. No entanto, a PNL não defende “poderes místicos” das palavras ou das letras, algo mágico em si… Pressupõe apenas que, quando falamos, desencadeamos “marés sinápticas” em nossos cérebros, abrindo caminhos em termos de padrões mentais e comportamentos, mudando nosso metabolismo e disposição.

De início parece bem mais lógico dizer “agradecido” do que “obrigado”. A palavra “agradecido” conota mais a sensação positiva de gratidão e graça – por um presente incondicional, o elogio. A palavra “obrigado” conota mais uma sensação de obrigação, um presente condicional, que deve ser pago, retornado ao emitente. Só que “agradecido” me parece um pouco pernóstico. Prefiro “grato”.

Alguns podem dizer que quase não há diferença emocional entre as duas palavras. Que as duas formas de dizer são ditas hoje em dia quase mecânicamente, sem emoção. Então me pergunto: se é para não sentir nada, porquê dizer então?

Se respeitarmos toda palavra que sai de nossas bocas, conferimos a elas imenso poder. Seja para nós mesmos – profecias auto-realizáveis – seja para outras pessoas – a nossa reputação. De preferência evite dizer qualquer coisa de forma mecânica, um agradecimento ou uma saudação. Busque colocar veracidade em tudo o que diz e as outras pessoas, e você mesmo também, sentirão a diferença.

Há outras frases que são ditas hoje em dia como lugares-comuns, quase clichês, e que provavelmente perceberemos, ao dizê-las, conotações emocionais mais fortes. Vale a pena observarmos algumas. Por exemplo:
“Eu vou me lembrar” ao invés de “não me esquecerei”;
“Estou começando” ou “Estou aprendendo” ao invés de “estou tentando” ou “vou tentar”;
“Quero fazer isso” ao invés de “Preciso fazer isso”;
“Tenho uma questão para resolver” ao invés de “Tenho um problema para resolver…”;
“Tenho a intenção de” ao invés de “Eu gostaria de”.

Poderíamos discutir por horas qual a diferença que sentimos quando mudamos estas estruturas gramaticais. É o campo da psicolinguística, disciplina teórica da qual a PNL se aproveita para estruturar suas técnicas pragmáticas. Muitos chamam este campo de “neurosemântica”.

Por exemplo, mudar o “preciso” pelo “quero” ou “tenho a intenção de” visa nos devolver a percepção de que controlamos nossas vidas, somos agente causador, não vítimas, títeres das circunstâncias. Mesmo que algo nos pressione a fazer algo, sempre temos a decisão final: de aceitar ou recusar a situação. Por isso, se a aceitamos, em última análise o nosso querer que está em jogo, não o precisar, certo?

Há uma história corrente sobre Gandhi, o grande estadista indu. Dizem que ele, um dia, foi visitada por uma mãe, trazendo seu jovem filho adolescente pelo braço. A mãe humildemente pediu a Gandhi que falasse com o menino, e o fizesse parar de comer tanto doce, tanto açúcar, pois poderia lhe fazer mal. O garoto respeitava muito Gandhi – todos o respeitavam – e com certeza obedeceria melhor a ele do que a própria mãe. Lembrando que, na época, a cárie dentária era algo muito severo na Índia, sem serviços médicos e odontológicos adequados. Muitas pessoas poderiam morrer a partir de uma pequena infecção. E havia preceitos religiosos contra o excesso de comidas doces.

Gandhi a escutou. E pediu que voltasse na semana que vem. A mãe assentiu, e voltou depois. Então Gandhi dirigiu-se ao garoto e falou: “Meu filho, pare de comer açúcar”. O garoto concordou e saiu. A mãe agradeceu muito a Gandhi, mas, intrigada, perguntou: “Mestre Gandhi, porquê o senhor não disse isso na semana passada, quando estive aqui com o meu filho?”. E Gandhi respondeu: “Porque, minha senhora, até a semana passada eu também comia açúcar”.

Esta historieta nos fala da importância de sermos congruentes entre o que falamos e o que fazemos. Se levarmos isto com rigor, fica mais fácil sermos respeitados pelos outros e por nós mesmos – inclusive por nossos inconscientes.

Um exagero que vejo muito por aí é falar que não devemos nunca usar o não, pois o “não” não representa uma imagem específica do que se quer. Apesar de ser verdade, torna-se impossível banir o “não”, o “nunca” etc da lingua, sob pena de começarmos a falar bem esquisito…

Em livros importados de PNL, traduzidos por aqui, é falado que devemos evitar dizer o “não”. E construçães gramaticais com base no “não” são um pouco mais comuns aqui do que lá (mesmo que pese o “isn’t” inglês). Já ouvi pessoas fazendo ingentes esforços para evitar dizer um “não” sequer, o que fica muito engraçado. O não parece que vira palavrão…

Os povos de origem saxônica possuem uma estrutura gramatical radicalmente diferente da nossa – e a estrutura dos pensamentos, a lógica usada também é diferente. Isso torna a psicolinguística dos povos de lingua latina um pouco diferente da mesma dos povos de lingua anglo-saxônica. As linguas germânicas e saxônicas foram desenvolvidos por povos bárbaros – inteligentes mas bárbaros. Foi um dialeto criado principalmente com base em pedaços de outras linguas, uma lingua montada para facilitar a comunicação durante as batalhas (a invasão do Império Romano). É uma lingua franca (nome dado principalmente pela presença dos Francos).

Como uma lingua meio que “artificial”, tem características predominantes do hemisfério esquerdo do cérebro – construções gramaticais lineares, secas, não-emocionais, principalmente baseadas em substantivos e verbos simples, de ação. Uma ótima língua para lutar. Os alemães a adaptaram bem para exprimir conceitos abstratos mas continua sendo uma lingua seca, pouco afeita às emoções.

Os povos da península ibérica, ao contrário, desenvolveram a sua língua a partir do latim e do grego, línguas que cresceram naturalmente por séculos. São linguas mais emocionais, de intensidade, com muitos advérbios e sutis gradações evidenciadas pelo uso em maior escala de adjetivos. É uma lingua onde predomina o hemisfério direito do cérebro.

Todo este intróito foi para falar do “não”… Nas linguas anglo-saxônicas, o “não” é sempre uma negativa formal. Tanto é assim que, nas construções gramaticais inglesas, dois “nãos” equivalem a um “sim”. Isso É lógico, já que duas negativas invertem duas vezes o sentido, dando o sentido original. Mas na maioria das linguas latinas não é assim. São línguas de intensidade, e assim, dois “nãos” equivalem a um “não” ainda mais forte. Um bom exemplo está na frase: “isso não é assim, não! “. Está na cara que este “não” final é de intensidade, reforçando o primeiro não. Os americanos, ao estudarem o português, se embatucam muito com isso…

Outra curiosidade: É provável que algumas palavras freqüentemente usadas tenham, sim, uma influência psicossomática, pelo menos em termos estatísticos. Já vi uma pesquisa por aí dizendo que na Espanha há um termo comum que, traduzido, significaria que “fulano é um chute nos fundilhos”. E estão estudando uma correlação entre o uso deste termo e o índice de câncer no reto… não sei se vão encontrar uma significância estatística para tal. De qualquer modo, lembrei-me que aqui no Brasil falamos muito “fulano é um pé no saco”. E parei para pensar se não podíamos aqui pesquisar a correlação deste tipo de frase com as chances de desenvolver tumor de próstata…

Palavras nada mais são do que um tipo de pensamentos – expressos, o que os torna mais intensos, “cristalizados” por assim dizer. Palavras habituais são especialmente poderosas. Convém lembrar que o importante é o sentimento expresso nas palavras. Estes são o principal fator. Não precisamos temer quaisquer palavrinhas desairosas que usamos conosco ou com os outros. Não são tão perigosas. Mesmo assim, evito dizer “estou morto de cansaço….”.

Em suma, para não prolongar muito o assunto, verifique se a sua linguagem reflete uma atitude positiva com referência às ações que se pretendem realizadas. Caso existam “cacoetes” verbais que representem uma expectativa de não realização ou um sentimento muito destrutivo, vale a pena se modificar as construções gramaticais habituais.

Lembrando sempre das palavras de Indira Gandhi, filha do grande Gandhi:

Valorize seus pensamentos; eles são as raízes de suas palavras.
Valorize suas palavras; elas são as raízes de suas atitudes.
Valorize suas atitudes; elas são as raízes de suas ações.
Valorize suas ações; elas são as raízes de seu futuro.

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Pergunta: PhotoReading e Sculpt Reading

Já faz um bom tempo recebi a seguinte pergunta: “ouvi falar de um método de aprendizagem acelerada utilizada na leitura, ou seja, a FotoLeitura. Comprei o livro do criador da técnica Paul R. Scheele. Estou Fotolendo alguns livros. No entanto ainda não tenho controle sobre as informações fotolidas, elas apenas acontecem (mesmo com a “ativação”). Visitei o amazon.com para ler as opiniões dos compradores, a maioria não parece satisfeita. Entretanto como o autor cita que leva algum tempo para ‘aprender’ a fotoler, pensei que seria interessante perguntar a alguém com mais experiência sobre o assunto. Se for possível que você dê a sua opinião sobre a técnica, ficarei imensamente grato.

Resposta
Eu já li, muito tempo atrás, o livro de fotoleitura. E não me convenceu muito a técnica, por isso não a experimentei. Só posso falar a partir de depoimentos de terceiros.

Acho que há muito poucos fotoleitores por aí, para termos um testemunho de confiança… Verifiquei no Yahoo Groups Internacional e no Nacional para saber se há um grupo de Photoread ou de fotoleitura.

O melhor dentre eles parece ser o http://www.learningstrategies.com/forum.html
. Se consegue se virar em inglês, talvez valha a pena dar uma olhadinha nele.

De qualquer maneira, é necessário uma certa prática de auto-hipnose para ficar bom em resgatar as informações absorvidas por fotoleitura. Na minha opinião o processo requer abertura profunda do inconsciente, para podermos ter acesso à memória fotográfica.

Uma boa parte do que é ensinado lá também é ensinado em cursos de Aprendizagem Acelerada – a preparação para a leitura, a leitura em vários níveis, a busca de palavras chaves… No entanto, a parte de “fotoler” específicamente falando, na maior parte das vezes ouvi relatos de frustração. Várias pessoas a experimentam e não ficam satisfeitos com os resultados. Persistem por algum tempo e depois desistem.

Então, atualmente só posso interpretar – lembre-se, a partir de relatos de terceiros, eu mesmo não experimentei – que a técnica não entrega o que promete. Talvez seja possível, em algumas situações, mas não como regra geral.

Mas sobre este assunto eu tenho outras considerações. Uma vez fiz um curso de Aprendizagem Acelerada com Maurício Aguiar, um colega meu da formação de Master Practitioner em PNL. Uma frase que ele falou ficou ecoando em minha mente: “Não leia livros. Absorva conceitos. Não mensure livros pelo número de páginas. Mensure pela fertilização de suas idéias”.

E muito tempo atrás eu li, na introdução do livro “O Meio é a Mensagem”, de Marshal MacLuhan, que os editores de livros costumam publicar um livro se este tem pelo menos 10% de informação nova entre 90% de “cozinha” de informações retiradas de outros livros. Isto significa que, em média, estamos lendo e relendo cinco a nove vezes a mesma informação, se lemos dez livros sobre o mesmo assunto…

Isso pode parecer ruim, mas tem seu lado bom. A PNL nos diz que na maior parte das vezes precisamos repisar um fato umas seis vezes para o colocarmos em nossa memória de longo prazo, de onde dificilmente será esquecido. Se lemos dez livros de um assunto, a probabilidade de estarmos realmente detentores dos dados adequados sobre o assunto é muito grande. Contudo, também significa que boa parte da leitura é desperdiçada.

E por isso sugiro a você que não se preocupe tanto em “ler rápido” e sim em “ler bem”. Eu de minha parte prefiro trabalhar, ao invés de “photoreading”, com “sculpt reading”. Ler bem pode ser até mais lento, pois é uma leitura reflexiva.

Eu leio muito – ocupo bastante do meu tempo com leitura – mas atualmente leio com o computador do lado, construindo mapas mentais e quadros sinópticos (sistemas de palavras-chaves) e fazendo anotações do que entendo e crio a partir do que leio. Assim, pode ser que até eu demore mais para ler um texto. Mas é uma leitura ativa e produtiva e não algo passivo.

Se você não sabe como fazer mapas mentais, visite o excelente site http://www.mapasmentais.com.br, do Virgílio Vilela. E estude os tutoriais. Há uma apostila ótima que pode ser baixada de graça, no site.

Leio bem mais devagar, é certo, e tenho livros não-lidos e semi-lidos em profusão, mas o que eu leio é meu, faz parte de meus conceitos de vida, está bem digerido e assimilado. Se estudarmos um livro procurando, classificando e fazendo mapas mentais de tudo o que é novo e faz sentido, o próximo poderemos ler ainda mais rápido, e cada vez mais rápido… E sem a técnica de fotoleitura.

E o principal: não precisaremos de reler todo o livro, se for necessário uma segunda vista. Nossas fichas de mapas mentais e nossa estruturação de idéias servirão como uma perfeita sinopse, facilitando que encontremos os 10% criativos que só estão naquele livro.

Suponho que esta técnica seja dez vezes mais lenta do que a fotoleitura para ler um livro pela primeira vez e cerca de três vezes mais lenta do que a leitura normal.

Mas, no entanto, para ficarmos realmente com o entendimento de um livro-texto (não me refiro a um romance, fique bem entendido) costuma ser necessário que nós o releiamos umas cinco vezes. E a fotoleitura seria mais rápido, mas quanto tempo precisamos até termos a confiança nela?

Posso estar errado, mas por enquanto prefiro ser um “sculpt reader”. Pois a leitura é um processo de “garimpagem” de idéias. E toda boa idéia exige um tempo de “ruminação”, de comparação inconsciente com outras percepções, valores e crenças que já fazem parte de nosso mundo mental.

Feito isso, vamos ao que faço. Vou descrever minha técnica com rigor. Esta técnica é adaptada dos princípios da Aprendizagem Acelerada, um curso que fiz em 1994 com Maurício Aguiar (que também publicou um livro sobre este assunto, junto com o professor Rousseau, um conhecido consultor de treinamento empresarial). Eu já usava técnicas similares antes, aprendidas em livros, mas o curso apurou meu sistema.

Começo dando uma boa olhada no livro, na orelha, na sinopse da contra-capa, no índice e leio cuidadosamente os nomes dos capítulos. Já observei que 90% dos leitores têm preguiça de fazer isso, ou o fazem descuidadamente, e começam a ler o livro para ver se este o “captura”. Isto é, ao meu ver, uma forma passiva de ler, pois o transforma em refém do livro… Se este for construido para instigá-lo emocionalmente, a gente o lê de uma assentada. Se for mais cerebral, mais frio, a gente pode até parar para ler depois e, por alguma razão, é “capturado” por outro livro.

Eu me pergunto também qual é o propósito que tenho ao ler este livro. Se é um propósito meramente informativo, se viso enriquecer uma idéia que já tenho ou se estou motivado a acrescentar uma nova compreensão de vida, um novo ponto de vista. Isto é, se estou preparado para ser confrontado, para a mudança. Pode parecer bobagem fazer isso, mas considero extremamente importante, pois nos prepara para sermos senhores do livro, não seus servos.

A partir disto eu posso começar a fazer uma leitura pró-ativa do livro. Eu é que escolho o que quero ler, em que quero me aprofundar e o que quero reter como recordação e aceitar como ponto de vista. Me permito discordar, desta maneira, dos autores, e fazer o meu próprio processo de leitura, seja na diagonal, do início para o final ou do final para o início.

Maurício Aguiar diz que devemos mudar até a forma como falamos a respeito de um livro-texto. Não devemos dizer que nós “já lemos” o livro. Devemos dizer que nós “já processamos” o livro. E que, muitas vezes, ele pode estar “em processo” por anos, enquanto “cozinhamos” vários livros ao mesmo tempo.

Começo procurando as idéias-chave. Folheio o livro em primeiro lugar, em uma espécie de “sobrevôo”. Identifico as passagens mais interessantes, leio algumas anedotas e histórias, observo os diagramas e quadros sinópticos.

Findo isto, eu começo a ler o livro, com um bloquinho ou o computador ao lado. Começo a anotar as palavras-chaves do livro e, de forma bem sintética, a minha opinião sobre algum conceito, demarcando com um colchete ou balão e encimando com a palavra “eu”. Isto para mostrar que eu tenho um ponto de vista diferente.

Antigamente eu marcava o livro com um lápis (jamais com caneta ou marca-texto, é um desrespeito com o livro). Hoje considero que esta forma é desorganizada demais, pois nos obriga a catar o livro inteiro por trechos grifados. E, quando grifamos desta maneira, não prestamos tanta atenção no que estamos pensando e, depois, o esquecemos.

Quando transcrevemos o texto de forma sintética, buscando transformar em uma ou duas palavras-chaves, o esforço neural é muito maior, e assim o conceito fica melhor marcado no cérebro.

Feito isto em uma estrutura lógica do livro – que às vezes pode ser um capítulo, às vezes pode ser uma estrutura dividida em dois ou três capítulos – eu paro, volto ao meu bloco ou arquivo texto no computador e busco criar um mapa mental daquela estrutura – mas não me preocupo em englobar todo o livro, e sim apenas a idéia que eu entendi, a que fixei, que é a minha forma de ver e compreender.

Isto é, faço um mapa mental de *minhas* idéias sobre o livro, não do livro. Não vou descrever detalhes de como fazer um mapa mental. Veja no site do Virgílio.

Completada esta etapa, das duas uma: se eu *sinto* que minha opinião parece bem diferente do livro, releio os capítulos para identificar os pontos de discordância e verificar qualquer falha de compreensão minha. Mas, na maioria das vezes, eu prefiro seguir adiante, pois, talvez, em uma parte posterior, o autor poderá se repetir de outra maneira e assim enriquecer a sua idéia. Mas aí eu já terei uma forma de pensar, pela qual avaliar o que li.

Detalhe: não faço quadros sinópticos e mapas mentais de todo e qualquer detalhezinho do livro. E não recomendo fazer os mapas mentais detalhados, enquanto se lê. Ao contrário, prefiro e recomendo que se leia o livro de uma forma global, definindo em forma de rascunho rápido mapas mentais e quadros sinópticos apenas daquilo que é interessante ou se discorda, e portanto se deseja esclarecer as idéias, através de um mapa mental.

No final, o livro “processado”, posso (ou não) parar e fazer um mapa mental do livro todo. Contudo, nem todo livro é recomendável ou possível de se fazer isso, pois os livros não são tão bem estruturados assim. É melhor fazer mapas mentais apenas das partes interessantes, mantendo uma ligação fraca entre os mapas, pela referência de assunto. O tempo perdido em confeccionar o mapa mental completo e perfeito é desgastante demais. No geral, não paro para fazer o mapa mental do livro integral, me contento em mapear idéias coesas.

Isto é, prefiro ler com cuidado, refletindo bem no que estou lendo, fazendo mapas mentais e tecendo elucubrações sobre o que leio… Paro toda hora e converso mentalmente comigo, fazendo diagramas em um papel à parte sobre minhas idéias, descobrindo se eu concordo ou não, se entendo ou não o que está proposto no livro. Me imagino (visualizo) explicando isso para alguém. Ficaria com dúvidas? Verifico. Só vou adiante quando estou satisfeito com as minhas idéias próprias sobre o livro, não sobre as idéias do livro. Se estou cansado, paro, pego outro livro, não me preocupo em ler de fio a pavio.

Se é um livro de ficção, puro lazer, óbviamente não sigo estes passos de forma tão rigorosa. Em alguns livros este processo todo pode demorar três, quatro dias. Em outros pode demorar meses. Ou anos. E daí? Isso não importa. Não vivo de citar livros, e sim de manifestar idéias, em minha vida e em minha interação com meus parentes, amigos, conhecidos e clientes. Algumas destas leituras frutificam em artigos, outras em idéias próprias. Não é isso o que se quer? O pensar é a consequência da leitura, não o acúmulo desta.

Agora, um adendo: se uma pessoa está estudando para um concurso, ou vestibular, ela quer enfocar mais a memória. Talvez ela precise fazer mapas mentais mais detalhados e coesos. Mas é um caso específico. E, mesmo assim, os concursos e vestibulares hoje em dia estão privilegiando mais a compreensão e as idéias próprias do estudante, não tanto o “decoreba” puro.

Esperar aprender rápido é uma distorção dos tempos modernos – todos preferem livros condensados, extratos etc. Então, porque a maioria das pessoas não conseguem aprender uma nova língua apenas lendo dicionários? É necessária uma exposição gradual a idéias, para que formemos nossos pontos de vista. E quem quer ler rápido também absorve sem análise crítica o que está sendo lido – pode acabar acreditando em qualquer coisa.

Experimente uma vez pesquisar na revista Seleções se existe um livro condensado que você queira ler. Mas não leia ainda o texto condensado. Leia o livro original e depois leia o condensado. E faça uma comparação do que sente, a partir dos dois. Faça a experiência ao contrário, também: ler o condensado primeiro e depois o em formato normal. Se a qualidade do texto for boa e o autor não for daqueles que “enche linguiça”, perceberá que, mesmo por melhor que seja a condensação, perderá muito do impacto emocional do texto completo.

E hoje em dia o jovem prefere ver um filme ou um documentário, ao invés de ler um livro. Não nego o poder das imagens, e a beleza de um bom filme ou documentário, e retiro muitas idéias criativas do que vejo neles. Recomendo, especialmente, os documentários sobre o mundo natural, no estilo do National Geographic. Aprende-se muita coisa interessante sobre o comportamento, que podemos tirar ilações para o mundo dos homens… No entanto, as idéias em um filme já estão prontas, e direcionadas. É bem mais difícil sair da trilha das idéias apresentadas na forma de imagens, e gerar idéias novas. E, afinal, nós queremos apenas aprender as idéias dos outros ou aprender a gerar nossas próprias idéias?

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Crenças – o diferencial para o sucesso

As crenças são generalizações que criam, no nível inconsciente, regras sobre nós mesmos, sobre aquilo que somos e sobre a nossa relação com o mundo que está a nossa volta. Crenças são o resultado da filtragem, processamento e avaliação da informação obtida em experiências e tomadas de decisão passadas.
Algumas definições sucintas:

Crenças
Como achamos que o mundo é, isto é, como funciona.
Como achamos que nós somos, isto é, como somos construídos e nos comportamos.
Relações de Causa e Efeito e seu significado (interpretação) para nós.

Valores
O que, principalmente, buscamos no mundo.
Nossas prioridades e orientações.
Decisões pessoais de como aplicar nossas crenças para a nossa satisfação e realização.

Começamos a vida com dois crítérios sensoriais: prazer e dor. Estes dão origem a duas impressões subjetivas que costumam ser rotulados de segurança e perigo. Grande parte de nosso desenvolvimento pessoal se inicia a partir destas impressões e dão origem à crenças e à valores. Tendemos a buscar aquilo que nos dá prazer e confere segurança. Com o tempo, esta busca se transforma em um Valor.

Pense em suas Crenças como a mobília de sua casa mental. Podem ser individualmente valiosas e até úteis em certos momentos; mas ás vezes atravancam o caminho e se tornam de difícil manuseio. E podem ficar antiquadas. E, as vezes, podemos gostar de certas Crenças, mas elas não “combinam” com o resto da decoração de nossa casa mental.

Outras definições:
Critérios de Referência
Uma forma de avaliarmos cada experiência. Uma evidência sensorial de que atingimos um determinado valor ao nos comportamos de uma determinada maneira. São “materializações de crenças”, pois a sua observação nos faz corroborar ou renegar crenças já existentes.

Princípios
Valores éticos principais, ecológicos e congruentes em nível de Identidade e Essência. São como valores, só que em um nível mais abrangente e interpessoal.

Crenças Limitantes
Foram úteis e atualmente estão obsoletas.

Crenças Capacitantes
São efetivas (eficazes e eficientes) para os contextos atuais.

Condições para a boa formulação de Crenças Capacitantes:

As crenças são relações de causa e efeito conforme percebidas pelo indivíduo.
São ferramentas úteis para entender o mundo e também para transformá-lo.
E, lógico, as descrições de Crenças são uma ótima forma de utilizar a mudança de Crenças para o sucesso pessoal.
As Descrições de Crenças devem ter uma FORMA, um CONTEÚDO e um IMPACTO (emocional).

FORMA
- afirmativa e curta na sua descrição verbal;
Exemplo: “Eu consigo emagrecer e me manter magro!”

- não contenha generalizações;
Melhor falar “Há pessoas capazes de aprender uma nova língua e sou capaz de aprender também” do que
“Todo mundo é capaz de aprender uma nova língua e logo eu posso também” pois pode criar comparações e gerar insegurança.
Outro exemplo para ficar mais claro:
“Sou capaz de acordar na hora certa” é melhor do que “Sempre acordo na hora certa” pois isto pode criar uma dúvida inconsciente.

- expressa na primeira pessoa.
“Eu consigo ou estou conseguindo” é melhor do que “Os outros percebem o meu êxito e sucesso…”.

CONTEÚDO
- congruente com a forma individual de perceber o mundo;
Exemplo: se eu acho importante manter um programa de ginástica diária mas não gosto de horários rígidos, é melhor uma frase afirmativa tal como “Sinto-me motivado e escolho a cada dia um bom horário para me exercitar” do que “Comprometo-me com o horário que escolhi”.

- pode ser aferida por critérios baseados em Valores;
Exemplo: se é um valor importante para mim a convivência, posso incluir tais valores em minhas descrições de Crenças, tais como “Realizo o meu objetivo e percebo como isso me aproxima de meus amigos”

- abrange e é útil vários contextos (ecológica).
Exemplo: se analiso que uma Crença afeta tanto o contexto da Saúde quanto do Relacionamento, posso conectá-los na descrição da Crença:
“Emagreço e me sinto bem comigo mesmo e em minha imagem perante os Outros.”

IMPACTO
- produz uma sensação positiva característica (fisiológica);
Uma descrição de Crença efetiva faz-se sentir positivamente no corpo. Se ela não tem responsividade emocional, não está bem descrita e deve ser reformulada de modo mais entusiástico.

- repetida poucas vezes já se torna inconsciente;
O objetivo não é que sua repetição seja mecânica, e sim que a força do envolvimento emocional seja tão grande que a frase seja memorizada com poucas repetições e absorvida de modo completo. Em breve ela é “esquecida” pois o inconsciente já a repete por si mesmo.

- baseia-se em Valores e Princípios já existentes no indivíduo.
Quanto mais alinhada aos Valores pessoais melhores são as descrições das Crenças – e isto serve para os Princípios, pois estes são Valores também, porém pertencentes a um nível não só de Identidade como Além da Identidade, no sentido que são Valores compartilhados por grupos, com noções éticas mais abrangentes.

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Há vários tipos de Crenças e existe alguns fatores que podem influenciar na construção de uma Crença, de forma que ela se torne inadequada ou, ainda pior, simplesmente ineficaz. Podemos até chamá-las de “obstruções”, pois dificultam a formação de uma Crença de Sucesso, e facilitam a construção de Crenças Limitantes.

Crenças a respeito das Causas: limita-nos a procurarmos apenas um tipo de Origem para uma determinada situação.

Nem sempre há uma Causa única para uma determinada situação. Muitas questões são de origem sistêmica, e uma junção de vários fatores criou a situação. Procurar a Causa ùnica muitas vezes é buscar desatar um nó por demais apertado, desperdiçando tempo e esforço. O melhor a se fazer é “cortar o nó górdio” ( lembre-se da história de Alexandre O Grande e como ele cortou o nó górdio – http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%B3_g%C3%B3rdio ) O objetivo de deixar de entender a relação Causa-Efeito como uma simples relação direta nos permite entender o mundo de maneira mais tridimensional e compreender melhor as relações sistêmicas complexas, tais as descritas na Teoria do Caos e nas equações fractais.

Crenças a respeito do Efeito: orienta-nos a perceber apenas um tipo de Consequência para nossos actos.

Esta é uma correlação da anterior, e mostra a mesma miopia. Como exemplo, se fazemos uma mudança em nosso comportamento em face da forma como uma outra pessoa reage, com certeza a reação seguinte não é exatamente a esperada, e sim um “mix” de resposta ao nosso comportamento anterior mais o comportamento atual. Buscar isolar a reação ao comportamento como se fosse isolado do contexto geral e da história do comportamento é uma visão distorcida, que requer uma melhor compreensão sistêmica.

Crenças a respeito do Significado: apresenta apenas um aspecto da questão.

O significado dado a um determinado evento também é uma Crença, e muitas vezes é uma explicação “ad hoc”, isto é, uma explicação desenvolvida para se encaixar a uma determinada situação e não necessáriamente adequada como uma idéia geral.

Estas “obstruções” são estreitamente ligadas aos Valores principais do indivíduo.

As Crenças influenciam os Valores, impondo-nos limites sobre o que achamos que podemos Ser, Fazer e Obter no mundo. Os Valores compartilhados transformam-se em Princípios sociais, e retornam ao indivíduo, reforçados por suas conexões com o grupo, e ampliando a atuação dos Valores com os quais estão ligados, em um ciclo permanente… Esta é uma das razões do que chamamos “sabotagem social” para mudanças comportamentais.

Conscientize-se do seu trabalho de formular Crenças!
Pense em Crenças como Paradigmas – hipóteses de trabalho que são pressuposições úteis para realizar tarefas, mas que não podemos ter certeza absoluta se são verdadeiras ou falsas.

Como modificar Paradigmas
(1) Identifique as suas Crenças e pergunte-se: o que esta crença está fazendo por mim? O que faz pela minha saúde? Pelo meu sucesso no futuro? Pelos meus objetivos? Pelos meus relacionamentos? Ela me ajuda (Crença Capacitante) ou me limita (Crença Limitante)? Que benefícios ocultos (secundários) ela me traz de bom, mesmo que me limite em alguma coisa?

Para ajudar, liste para você algumas Crenças que podem ser muito eficazes:
– o meu corpo é naturalmente saudável.
– o meu estado básico é flexível de acordo com as situações de vida.
– eu aprendo com cada experiência.
– não existem erros, existem explorações de caminhos de vida.
– corpo e mente são um único sistema.
– a minha criatividade se expressa nas minhas ações, emoções, pensamentos e intuições.
– sintomas de doenças são alertas para a busca do reequilibro.

(2) Reconheça que não é fácil apenas abandonar uma crença. É necessário colocar uma alternativa no lugar, para manter o equilíbrio em seu universo mental. Pergunte-se: em que eu gostaria de acreditar? Como minha saúde melhoraria com esta nova Crença? E meu sucesso? Meus objetivos? Meus relacionamentos? Conseguiria obter, com esta nova Crença, os mesmos benefícios secundários que a Crença antiga me trazia?

(3) Verifique a congruência desta nova Crença. Pergunte-se: há algo em mim que possa resistir ou tentar me impedir que eu mude para este novo paradigma? Há algo em mim que já se encaixa e favoreça este novo paradigma?

(4) Pense em analisar sobre a forma como imagina acerca de algo que acredita e sobre algo que não acredita. Pense como estes padrões de pensamento – Certeza e Dúvida – influenciam a forma como suas Crenças e Valores influenciamm sua vida. É possível realizar exercícios especiais de relaxamento, auto-hipnose, sugestão e PNL para facilitar a forma de mudar os padrões de pensamento, aumentando a dose de certeza naquilo que se quer acreditar mais e a dose de dúvida naquilo que se quer deixar de acreditar como válido.

Crenças Limitantes mais comuns
As Crenças costumam apresentar uma Descrição Limitante (vocalizada) na primeira pessoa e uma Internalização desta crença, na forma de um sentimento pessoal de auto-estima e de valor. A descrição é uma espécie de “justificativa lógica”, cognitiva, da internalização, que é mais emocional.

Exemplos de Descrições:
Eu só existo pelo que faço no meu trabalho…
Ninguém gosta de mim!
Se demonstrar minhas emoções, fico vulnerável…
Se não for o melhor em tudo, sou um fracasso…
Só relaxo quando tudo sai perfeito…
Só vale à pena se tiver que se esforçar muito para conseguir…
Quem quer faz. Quem não quer, manda.
Vem fácil, vai fácil.
Sempre quis fazer, mas…
O mundo é uma luta, uma selva!
Prefiro não arriscar…
Eu sempre fico….quando….
Se os outros fizessem….
Eu preciso….mas….
Se eu fosse capaz de….
Gostaria de poder….
Gostaria de saber….
Um dia ainda irei…

Exemplos de Internalizações:
Sou feio, estúpido, burro…
Eu não mereço…
Sou o centro do mundo…
Eu não consigo….
Não sou bom nisso…
Acho muito difícil….
Eu gostaria….
Vou tentar…
Eu nasci assim…
Sou desse jeito mesmo…

Pergunte-se, para descobrir suas Crenças Limitantes:
Como você sabe que acredita em algo?
Como você sabe que é capaz de fazer algo?
Como você sabe que pode conseguir algo?

* – Referência Externa – comunicação de outros, elogios, prêmios etc.
* – Referência Interna – sensações internas (algo que diz, vê ou sente internamente)

Toda referência externa, suficientemente repetida (sem mecanismo de bloqueio consciente) pode ser internalizada e se tornar automática, tornando-se uma Crença Limitante ou Capacitante.
Antonio Azevedo

“Quando acreditamos firmemente que alguma coisa é verdadeira, é como se déssemos ao nosso cérebro uma ordem sobre a maneira de representar os acontecimentos.”
Anthony Robbins

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GTD (Getting Things Done) – Produtividade Pessoal

Utilize as mais modernas metodologias de estruturar suas tarefas e controlar o tempo e metas, tanto na área pessoal quanto profissional.Para quem não quer perder tempo, invista quatro horas de sua vida e ganhe em média mais de dois anos de vida útil, com modernos conceitos de organização pessoal, segundo a metodologia de David Allen, o criador do GTD. Aplique da melhor maneira o seu tempo, aprendendo a relaxar e ser mais criativo, sem sobrecarga de informações.

O que esperar do curso:
É um evento que visa aumentar a eficiência, apresentando ferramentais e estratégias para controlar metas e objetivos – já que o tempo, ao contrário do que possa parecer, não é um recurso, pois ele é imutável… Mas podemos entender como as prioridades e a atenção se relacionam com a forma de estruturar o tempo e descobrir métodos de fazer mais com o mesmo tempo disponível.

O curso não ensina milagres; e sim algumas metodologias testadas por milhares de pessoas no mundo todo, baseadas na moderna metodologia do consultor David Allen: GTD (Getting Things Done). Algumas dinâmicas são baseadas na PNL – Programação Neurolinguística. E analisaremos as estratégias de sucesso de pessoas famosas em cuidar bem do seu tempo.

Temas:
* ferramentas do uso do tempo * direcionamento por ações * as cinco fases do planejamento de projetos * organize o seu tempo já! * formulários e dispositivos * foco nos resultados * planejamento em equipe * controle sua vida

Público-Alvo:
Profissionais com o tempo muito ocupado. Em suma: todos.

Local e data:
cursos contratados para turmas empresariais, fechadas.

Valor:
R$ 450,00 por pessoa.
Reserve a sua vaga pelo Formulário de Inscrição, neste site.
Não são feitas inscrições no dia de início.

Instrutor:
Antonio Azevedo – administrador e comunicador, tem como principal foco o impacto da comunicação e da criatividade no desempenho pessoal e profissional. Atua desde 1990 no Treinamento do Potencial Humano, como Trainer, Coach, Consultor e Mentor Executivo e Organizacional.

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Reuniões de Equipe – Como torná-las dinâmicas e criativas?

Obter o máximo do trabalho em equipe, principalmente em reuniões de grupo – consideradas, muitas vezes, um evento monótono e desperdiçador de tempo – requer o uso de metodologias especiais, seja para engajar o conhecimento, a participação, a criatividade e a motivação de cada participante, seja para permitir o acompanhamento das decisões tomadas em reunião.

O propósito deste workshop é discorrer sobre técnicas de resolver problemas e direcionamento da criatividade em grupo. O objetivo é auxiliar os profissionais de qualquer área em tornar suas reuniões mais participativas, favorecer ao máximo o rendimento do trabalho em conjunto, auxiliando a tomada de decisão e a implementação de estratégias de execução.

Programa:

  • Vantagens Financeiras de uma Reunião Eficaz
  • Prejuízos do Uso Inadequado do Tempo em Reuniões
  • Dinâmica e Tipos de Reunião
  • Papéis Sociais em Reuniões
  • Equipes criativas
  • Promover Participação
  • Técnicas e Dinâmicas Criativas em Reuniões
  • Pensamento Sistêmico
  • Pensamento Lateral
  • Debate Eficaz
  • Controle do Tempo em Reunião
  • Pautas, Marcações, Confirmações e Formulários de Controle
  • Atribuição de Responsabilidades
  • Follow-Ups e Relatórios de Acompanhamento
  • Comunicação de Progressos

Instrutor:
Antonio Azevedo, administrador e comunicador, Consultor de RH, presta serviços para consultorias independentes na área organizacional. Trabalhou anteriormente na Telemar, na Texaco e na Nashua do Brasil, como também em agências de propaganda (JMM Publicidade, Free Propaganda, Archi Comunicação) e em empresas de serviços (DIMERJ Sistemas, GC Construtora).Desenvolve trabalhos de Consultoria e Coaching, para empresas e profissionais, como Coach Executivo. E é certificado como Trainer em PNL (Programação Neurolingüística), como Consultor Interno de RH e Facilitador de Qualidade e Produtividade. Modera grandes grupos online de discussão na área de Recursos Humanos.

Inscrições:
Entre em contato pelo Formulário de Contato neste site e agende um grupo em sua cidade ou empresa.