Archive for March, 2009

Oficina de Jogos, Histórias e Canções

Evento em maio 2009

Programa de Desenvolvimento de Habilidades Lúdicas
Antes de atividade lúdica, o jogo é um instrumento dos mais importantes na educação em geral. Por meio deles, as pessoas exercitam habilidades necessárias ao seu desenvolvimento integral e, dentre elas, autodisciplina, sociabilidade, afetividade, valores morais, espírito de equipe, bom senso. Durante os jogos as pessoas revelam facetas de seu caráter que normalmente não exibem por recear sanções. O jogo é como um exercício que prepara o indivíduo para a vida.
Venha viver esta aventura !

OBJETIVO:
Definir, estudar e aplicar Jogos Corporativos e Dinâmicas de Grupo; familiarizar os participantes com o uso e criação do Fundo de Cena; treinar o olhar do Mestre do Jogo para perceber os indicadores envolvidos em cada Jogo.

PÚBLICO ALVO:
Consultores de RH, coachs, psicólogos, coordenadores de RH, analistas, empresários, gestores, profissionais e estudantes que de alguma maneira se envolvem com a gestão de pessoas.

DURAÇÃO : 16 HORAS

DATA: 16 E 17 de Maio – 09 às 17 horas

LOCAL: Rio de Janeiro – Espaço Alma Bar e Eventos Ltda
Rua Sta Luzia, 760
Centro – Rio de Janeiro – RJ

Veja o endereço do Espaço Alma no Google Maps

INVESTIMENTO: R$ 350,00 COM R$50,00 DE DESCONTO PARA OS MEMBROS DOS GRUPOS YAHOO

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES
E-mail analcua.orion@uvaol.com.br
Skype analucia.orion
Telefone com a Márcia do Espaço Alma (21) 2533-1878

PROGRAMAÇÃO

  • VISÃO INTEGRADA DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM
  • OS HEMISFÉRIOS CEREBRAIS
  • OS SENTIDOS
  • O PROCESSO DE CRIATIVIDADE
  • OS PARADIGMAS DOS JOGOS
  • TEORIA DO JOGO
  • TODA ATIVIDADE PODE SE TRANSFORMAR EM JOGO
  • JOGOS PARA DESENVOLVIMENTO DE MÚLTIPLAS INTELIGÊNCIAS
  • FORMAÇÃO DE EQUIPE
  • USO DA CANÇÃO
  • A ARTE DA HISTÓRIA
  • DIVERSAS TÉCNICAS NARRATIVAS
  • LINGUAGEM LÚDICA E SIMBÓLICA
  • FUNDO DE CENA: A ROUPA NOVO DO JOGO
  • COMO CRIAR O FUNDO DE CENA
  • PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO DE ATIVIDADES
  • NORMAS DE SEGURANÇA
  • DRAMATIZAÇÕES
  • UTILIZAÇÃO DO FILME COMO RECURSO


Os participantes devem usar roupas e calçados confortáveis e se desejarem podem levar um gravador para gravar as canções.

Responsável
Professora Ana Lúcia de Mattos Santa Isabel
* graduada em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira pela UERJ;
* pós-graduada em Administração de Recursos Humanos pela UFPR;
* proprietária da Orion Comunicação Empresarial (www.orioncomunicacao.com.br);
* membro Insígnia da Madeira do Movimento Escoteiro;
* pesquisadora e professora do INSADI, em São Paulo;
* professora convidada da Universidade do Contestado para Projetos Especiais;
* consultora e palestrante convidada pela REDE GLOBO, SICREDI, CÂMARA DE COMÉRCIO BRASIL-SUÉCIA; CIA. SOUZA CRUZ, COPEL, RIGESA, CAIXA ECONÔMICA, INFRAERO, ASSOCIAÇÃO COMERCIAL INDUSTRIAL JARAGUÁ DO SUL, PORTOBELLO, APDATA, IDS Scheer, K2 LOGÍSTICA, UNIDAS RENT A CAR, PREFEITURA MUNICIPAL DE NILÓPOLIS, UFRJ, CONSTRUTORA PINTO DE ALMEIDA, ABERJ, entre outras empresas.
* artigos publicados em jornais e revistas de circulação nacional, entre os quais se destacam O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo,Valor Econômico , Revista Amanhã , Força IVECO, Amiga, Profissional e Negócios, Direcional Escola, Seu Sucesso.

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Como fazer apresentações de sucesso

Um Mapa Mental Online, feito no Mind Meister, a partir do texto de Marcelo Thalemberg.

Se tiver cadastro no MindMeister, veja-o lá:

Como fazer apresentações de sucesso – Marcelo Thalemberg

Senão, veja nesta imagem:

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Pedir e Agradecer sem ter experimentado não é mentir para si mesmo?

Explicações sobre o melhor uso da Lei da Atração.

Algumas pessoas que sabem que falo sobre a Lei da Atração perguntaram sobre a questão do “Pedir”, que é o primeiro conceito envolvido no processo de se atrair o que se quer. Alegam que pedir evoca um sentimento de que não temos o que desejamos ainda. E que o melhor seria substituir o termo “pedir” por “agradecer”, pois este conota melhor o sentimento emocional positivo envolvido no trabalho da LdA (Lei da Atração).

O problema é a conotação que está embutida no termo “pedir”, para a maioria das pessoas. Pedir e não sentir que já se tem pode, realmente, criar um sentimento de necessidade. E agradecer contínuamente, sem se ter o que se quer, pode até ser uma “hipocrisia” consigo próprio, como se estivéssemos dizendo uma inverdade, sendo falsos conosco mesmos…

Para superar este dilema, podemos refletir sobre a conhecida metáfora que tão importante quanto chegar em algum lugar é o prazer da caminhada…  Neste conceito está um grande segredo do que pretendemos falar.

Quando se fala em “gratidão” muitas pessoas pensam que é algo meio falso, como sentir uma emoção de ter algo, mesmo observando ao redor e não percebendo aquilo. Este tipo de coisa – que é uma espécie de projeção ao futuro – pode ser útil, mas sustentá-lo permanentemente é exaustivo e um contrasenso com a nossa razão. Mas pode ser bem complementado com o genuíno prazer em construir o nosso objetivo, passo a passo, achando a experiência de buscar o que se deseja valiosa em si mesma.

Pedir, em essência, significa a expressão da vontade – o Desejo. E desejar alguma coisa, em si mesma, não implica necessáriamente um sentimento de carência ou de inverdade consigo mesmo. Aliás, poderíamos definir melhor como uma Escolha: dentre as miríades de coisas que podemos expressar na vida, escolhemos uma.

O que estamos dizendo, quando pedimos é que estamos, na verdade, Escolhendo a vida que desejamos ter. E, por conseguinte, agindo nesta direção.

Podemos, sim, sentir-nos bem, prazerosos, enquanto elaboramos e construimos o nosso pedido. E assim, alegremente, encetar as atividades para concretizar aquele desejo em nossa vida, tanto de forma metafísica – visualizando-o como possivel parte integrante de nossa experiência diária e sentindo-se bem (gratidão) por poder vivenciar isso, mesmo reconhecendo que está manifestado por enquanto no nível interior de nossa consciência, como também agindo externamente de todas as formas específicas e práticas para dirigir-se na sua possibilidade de realização.

Quando fazemos isso alinhamos a nossa esfera emocional com a racional, nossa parte intuitiva, divina, com a parte material, humana, e nossa criatividade e intuição trabalham juntas com a energia material e nossa capacidade de trabalho.

É por isso que tenho um pouco de restrições aos comentários que vez por outra ouço, de que basta pensar, meditar, pedir, e tudo acontece milagrosamente. Tenho por mim – é minha visão pessoal, entendam bem – que na maior parte das vezes é melhor equilibrar o lado divino com o humano, e não apenas esperar que os milagres ocorram, mas participar ativamente na confecção deles.

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